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Alberto Lopes da Costa, nascido em Santa Cruz – Rio de Janeiro em 02/05/1966, filho de Francisco Lopes da Costa e Maria Darci Costa, casado em 17/06/1995 com Karla da Silva Costa.
Em uma família numerosa onde seus pais tiveram 14 filhos, e sendo o décimo segundo filho, conviveu apenas com 07 dos seus irmãos, pois os demais não teve a oportunidade de conhecê-los em vida.

Seu pai Francisco trabalhava na agricultura sendo um homem simples e de origem nordestina, e sua mãe Maria também nordestina cuidava da casa e dos filhos.
Desde muito cedo ajudava seu pai e seus irmãos no trabalho da roça de coco e de milho.
Na fase adulta trabalhou nas áreas de siderurgia e construções em geral, possuindo uma formação escolar a nível técnico.
Foi educado nos princípios da Igreja católica, tendo como testemunha de fé a sua mãe, que o levava para participar das Santas Missas e das inúmeras ladainhas, porém, só realizou a primeira Eucaristia enquanto criança, na Capela Nossa Senhora Aparecida, na Vila dos Sargentos da Aeronáutica, em Santa Cruz/RJ, e depois seguiu por outros caminhos se distanciando da Igreja.
O jovem Alberto nunca tinha ouvido falar de grupos e movimentos juvenis, da Renovação Carismática ou algo deste tipo, e o caminho seguido por ele foi de trabalhar, e isto desde muito cedo.
Após conhecer Karla (hoje sua esposa), iniciou no namoro uma trajetória que culminaria neste chamado à fundação de uma Nova Comunidade, e por alguns anos ainda não tinha interesse em participar da vida da Igreja, e mesmo já casado atuou assim mesmo em pastorais e movimentos, dentre elas: Pastoral Familiar, Catequese infantil e Crisma, Ministério de Música, e Conselho Econômico. E assim no serviço, o amor à Igreja foi crescendo conforme o conhecimento, também com as intensas orações da esposa Karla, pois mesmo estando na Igreja e trabalhando para a Igreja, ainda levava uma vida paganizada, onde tudo podia ser feito. E foi justamente em uma Santa Missa na Paróquia Senhora Sant’Ana em Itacuruçá na Diocese de Itaguaí, que o Pe. Genildo Santana ao passar com o Senhor Eucarístico, naquele momento o Senhor o pescou, dali algo mudou a sua vida, e os convites de Deus eram mais intensos, e foi questão de tempo, mas não de muito tempo, pois Deus tinha e tem pressa de nossa conversão, veio então o desejo de confirmar a fé, através do Sacramento da Crisma, e assim se dedicava a Igreja, e agora Deus é mais direto e faz o seguinte convite a Alberto:
“Larga tudo, e segue-me!”.
Foi uma luta com Deus para não aceitar e não viver este chamado de Amor, e mesmo sem nunca ter pensado em algo parecido, como comunidade ou outra coisa deste tipo, Deus não desistiu de Alberto, e hoje a resposta ao chamado de Amor é: “Amar a Deus além de minha própria vida”, e assim nasce a Comunidade Católica Recanto de Maria.